❝Independentemente do que acontecesse em nossas vidas, eu me imaginava ao fim do dia deitado na cama ao lado dela, nós dois abraçados enquanto conversávamos e ríamos, perdidos nos braços um do outro.
❝Eu não sei ficar com raiva de você. Eu não consigo segurar a risada quando você vem com suas brincadeiras. Eu não consigo te ignorar, nem se quer demorar um pouco pra te responder. Eu não consigo imaginar nós dois brigando sem ter uma reconciliação como ponto final. Eu não consigo mais imaginar eu, sem você.
❝Então eu fechei os olhos para te trazer pra bem perto de mim. Estava friozinho e dava pra sentir você ali, deitado na minha cama. E você estava lindo, lindo, mas tão lindo que aquela podia ser a última imagem da minha vida.
❝Certas coisas a gente tem que ignorar. É tipo aquela visita chata que chega e aperta a campainha. Se você abrir a porta, ela vai entrar, fazer hora e tomar um cafezinho até cansar. Mas se você fingir que não está em casa, ela simplesmente vai dar um passo atrás e ir embora. Pense nisso.
❝Dói lembrar que toda vez vai ser assim, que toda vez haverá a felicidade de poder tê-lo perto de mim, mas depois haverá a tristeza da partida.
❝Eles apenas caminharam juntos para casa, com os pés doloridos e os corações cansados.
❝E quando se for, deixa teu sorriso. Ou melhor, sua boca. Se for embora, deixe sua pele quente. Ou então, seus braços e abraços. Se for pra ir, deixe sua mania. Sua teimosia. Deixe comigo a paz que você carrega. Se quiser ir embora, deixe comigo sua amizade. Cumplicidade. Sua paixão. Se for pra não voltar, me deixe com o teu calor, carinho e tuas cócegas. Se quiser, deixe seu retrato. Sua lembrança. Seu beijo. Se for pra ir embora, não vá. Deixe você por inteiro.